sábado, 6 de fevereiro de 2010

Análise da Identidade em Sites Sociais

4ª Actividade:

Esta actividade tinha como objectivo identificar as marcas identitárias da adolescência em sites sociais de jovens e era solicitado que, em grupo, elaborássemos uma grelha de análise de marcas identitárias nesses sites sociais. Inicialmente, senti-me um pouco perdida pois não percebi bem como é que iria conseguir aceder a sites sociais de jovens e como iria construir a grelha. Ajudou-me o facto de ser um trabalho em grupo e de ser possível a partilha e a cooperação.

Esta imagem retrata a partilha e a cooperação que o mundo digital torna
cada vez mais extensível

O grupo rock constituído por mim e pelas colegas Helena Araújo e Isabel Trabucho optou por selecionar o Hi5 de 6 jovens com idades compreendidas entre os 16 e 20 anos, por se considerar que é um dos sites sociais com mais sucesso entre os jovens.
Para conseguir aceder a estes sites, recorri ao meu filho mais velho(16 anos), que me ajudou não só no acesso mas também na busca dessas marcas identitárias. Foi uma partilha muito enriquecedora ( mãe/ filho) pois permitiu-me perceber o que leva a maioria dos jovens a publicar as suas fotos e alguma informação pessoal em sites sociais: a publicação de conteúdos online fá-los sentir-se competentes, autónomos, senhores de um espaço social, que gerem para além do controlo dos pais, sendo uma forma de se afirmarem socialmente.
Verifica-se que neste site social, os jovens preocupam-se muito com a imagem que projectam, sobretudo imagem física ( fotos) e procuram a auto promoção dessa imagem e a validação social por parte da audiênca.













Participação no fórum discussão:

Nesta última actividade, optei por destacar uma das minhas intervenções por constatar e reforçar a ideia de que, na qualidade de professores, é imprescindivel estarmos atentos às mudanças e mantermo-nos actualizados. Constatar que há uma dimensão digital que os professores não podem esquecer de trabalhar com os alunos, seja na sala de aula ou na biblioteca da escola.

É difícil prevermos o alcance destas mudanças: levarão ao distanciamento físico ou à aproximação de pessoas/ jovens outrora sós? Estarão os jovens, apenas, a construir uma nova forma de estar no mundo?
Seguindo a vossa perspectiva e a de Susannah Stern, penso que devemos apreciar o valor das manifestações dos adolescentes na internet e prestar muita atenção à expressão dos jovens online, pois trata-se de uma perspectiva valiosa para perceber o papel das novas tecnologias na mudança dos adolescentes na actualidade.
Será uma forma de, pelo menos, estarmos atentos às mudanças!

MHBrígida

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